Texto: Edye Venancio
Imagens: AEN-PR
Edye Venancio — notícias de Paranaguá e do Litoral do Paraná, política, cultura, eventos, comunidade, entretenimento e informação
Texto: Edye Venancio
Imagens: AEN-PR
Paranaguá tem sido descrita como uma cidade que parece ter parado no tempo, com poucas mudanças e desenvolvimento ao longo das décadas de 80, 90 e até os dias atuais. O abandono dos casarões históricos é uma triste realidade, com muitos deles deteriorando-se sem devidas intervenções para preservação.
Uma
das questões que contribuem para essa estagnação é a falta de exploração do potencial turístico da cidade. Paranaguá possui um patrimônio histórico e cultural valioso, mas que não é devidamente promovido e explorado para atrair visitantes. Isso limita as oportunidades de crescimento econômico relacionadas ao turismo e impede o desenvolvimento da cidade nessa área.
Além disso, a falta de segurança é uma preocupação constante em Paranaguá. A criminalidade, incluindo o aumento do consumo e comercialização de drogas, afeta a sensação de tranquilidade e bem-estar da população. A ausência de medidas efetivas de combate ao crime e a sensação de impunidade podem contribuir para a perpetuação desses problemas.
Em suma, Paranaguá enfrenta um cenário de estagnação e abandono, com o não aproveitamento de seu potencial turístico, a falta de preservação dos casarões históricos, a falta de segurança e o aumento do consumo e comercialização de drogas.
Esses desafios requerem ações concretas por parte das autoridades e da comunidade para promover o desenvolvimento, a preservação e a segurança da cidade.
Durante minha
caminhada pela Rua da Praia, em Paranaguá, tive um encontro inesperado com uma
ex-garota de programa que se aproximou de mim. Enquanto contemplávamos os
casarões abandonados, iniciamos uma conversa sobre a cidade e suas
transformações ao longo dos anos.
Ela compartilhou suas experiências como
profissional do sexo na região do Porto de Paranaguá, nas boates locais, mencionando lugares como a "Maria
Bonita" no bairro Rocio e o "Conquistador" na região da Boca da
Barra. Naquela época, havia uma grande demanda por serviços de entretenimento
noturno e muitos turistas internacionais frequentavam esses estabelecimentos.
Ela descreveu as festas particulares e a intensa vida social, onde fez amizades
com pessoas influentes, políticos e autoridades.
Conforme nossa conversa prosseguia, ela mencionou
que o tempo passou para todos, e muitas de suas amigas de profissão enfrentaram
dificuldades e tragédias, incluindo a perda de vidas devido à AIDS. Algumas
conseguiram reconstruir suas vidas ao encontrar parceiros estrangeiros e se
estabelecer em outros lugares. Outras envelheceram e perderam espaço para a
nova geração.
Ao questioná-la sobre as mudanças na cidade, ela
destacou a falta de segurança e o aumento do consumo de drogas. Com tristeza,
mencionou que a atmosfera de respeito e educação que existia antes entre os
jovens foi substituída pela banalização das drogas e pela falta de respeito.
Apesar de ter deixado sua antiga vida para trás,
ela reconheceu que seu passado moldou quem ela é hoje. Atualmente, trabalha
como diarista e leva uma vida mais tranquila, ao lado de um companheiro. Ela
expressou preocupação com o futuro e apelou para que a juventude construa uma
cidade melhor, evitando a ilusão das drogas e do sexo fácil.
Embora eu não possa revelar seu nome, suas
histórias refletem um período fascinante e complexo da história de Paranaguá.
Sua perspectiva nos lembra da importância de compreender o passado para
construir um futuro melhor. É fundamental que as gerações mais jovens conheçam
e valorizem a história de sua cidade, explorando as narrativas de pessoas como
essa senhora, cujas vidas foram profundamente afetadas pelas circunstâncias
específicas de uma época.
Espero encontrar essa mulher novamente um dia e
ouvir mais sobre essas histórias intrigantes que revelam uma perspectiva
singular sobre a vida em Paranaguá no passado. Relatos como esse desafiam nossa
compreensão da cidade e de seus habitantes, abrindo espaço para reflexões e
discussões mais amplas sobre seu desenvolvimento e futuro.
Texto: Edye Venancio
Na Ilha dos Valadares, localizada em Paranaguá, é comum avistar cavalos soltos, inclusive passeando pela Praça Cyro Abalém. Durante uma visita à Paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes, alguns poucos turistas testemunharam essa cena e manifestaram suas preocupações. "Será que não há alguma autoridade responsável por conter esses animais? E se os cavalos se aproximarem de nós? A praça deveria receber mais cuidados, e é desagradável ver esses animais deixando excrementos aqui", lamentou uma senhora que parou para fotografá-los.
Essa situação suscita a necessidade de implementar
leis que evitem incidentes desse tipo. Seria extremamente benéfico ver mais
ações por parte dos representantes da Ilha dos Valadares na Câmara de
Vereadores, pois atualmente não parecem estar empenhados em solucionar esse
problema.
Dedicado a serviços
humanitários e desenvolvimento comunitário, seus membros estão envolvidos em
projetos sociais nas áreas de educação, saúde, meio ambiente e desenvolvimento
socioeconômico.
Até os dias de hoje, o
compromisso do Rotary perdura através de uma organização verdadeiramente
internacional. Em um período de apenas 16 anos após a sua fundação, o Rotary já
havia estabelecido clubes em seis continentes.
Existem associados
em todas as partes do mundo, unidos em seus esforços para enfrentar os maiores
desafios globais. O Rotary continua a ser uma força global, trabalhando
incansavelmente para resolver problemas e fazer a diferença em escala mundial.
Alex Vizine assumiu nesta quinta-feira (06), a presidência do Rotary Club de Paranaguá Rocio para o ano rotário 2023-24. Sua liderança fortalecerá ainda mais o papel do clube na promoção do bem-estar e no desenvolvimento da comunidade local em Paranaguá.
Como presidente, Vizine está comprometido em impulsionar projetos e iniciativas sociais que beneficiem a educação, saúde, meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico da região.
Sob sua orientação, o Rotary Club de Paranaguá Rocio continuará a desempenhar
um papel ativo e significativo no fortalecimento da comunidade e na melhoria da
qualidade de vida dos seus membros e da sociedade como um todo.
Texto: Edye Venancio
Os deputados
estaduais ouviram as reivindicações da população, entidades de classe e de membros
da sociedade civil organizada. Como sempre acontece, um documento com as
principais carências da região litorânea foi confeccionado e será recebido pelos parlamentares
aumentando assim a esperança da população que espera mais daqueles que foram eleitos com os votos das sete cidades do litoral.
Texto: Edye Venancio
Se você
precisa se deslocar para o centro de Paranaguá, seja para trabalhar ou realizar
outras atividades, é recomendado que utilize uma bicicleta antiga.
Infelizmente, se estiver com uma bicicleta nova ou seminova, existe o risco de
ter que retornar a pé, utilizar o transporte público ou encontrar outro meio de
locomoção.
Os furtos de bicicletas têm sido frequentes na região, e embora se conheça a identidade dos responsáveis por esses crimes, pouco tem sido feito para punir os culpados. Enquanto isso, cidadãos honestos, que muitas vezes adquirem suas bicicletas em parcelas a longo prazo, continuam pagando por elas, enquanto os ladrões as exibem livremente ou as trocam por drogas.
É lamentável que essa situação persista, causando frustração e desânimo naqueles que utilizam a bicicleta como meio de transporte sustentável. É fundamental que as autoridades locais adotem medidas mais efetivas para combater esses furtos e proteger os direitos dos cidadãos que investem em suas bicicletas.
Enquanto isso, aconselha-se a adoção de precauções, como trancar adequadamente a bicicleta em locais seguros e utilizar dispositivos de segurança adicionais. Além disso, considerar o uso de bicicletas mais antigas pode reduzir a atratividade para os ladrões.
É necessário que a comunidade se una e exija uma
ação mais enérgica das autoridades competentes para lidar com essa questão.
Somente assim poderemos garantir um ambiente seguro e propício para o uso das
bicicletas como meio de transporte em Paranaguá.

O rádio ainda é um meio de comunicação muito importante, pois ele tem a capacidade de atingir um grande número de pessoas ao mesmo tempo. Mesmo com tantos outros meios de comunicação, o rádio continua sendo a companhia de muitos pela sua forma imediata em informar e entreter. Sendo assim, ainda é bastante utilizado por todos diariamente, em diferentes momentos e faixas etárias.
Por meio do rádio podemos receber diversas informações daquilo que acontece naquele exato momento e a comunicação com os seus ouvintes é de forma imediata e não mediatizada. Põe a população em contato direto com o acontecimento, proporcionando-lhes informações confiáveis, novas e importantes.
Ao contrário do que muitos disseram, o rádio jamais irá acabar e, agora, inclusive, os meios digitais estão auxiliando nessa inclusão para atrair um público jovem. E uma das opções é a rádio web que vem conquistando gradualmente o seu público desde o surgimento desse meio na internet. Gostaria de convidá-lo a ouvir a minha clicando nesse link Rádio Web Ilha dos Valadares
É possível que rádio tradicional continue a existir, mas tudo depende do apoio que ela receberá no futuro e isso depende de muitos fatores, como o interesse das pessoas e dos investidores na rádio, a disponibilidade de recursos financeiros e tecnológicos para mantê-la e a valorização dos profissionais que trabalham nesse meio.
Os profissionais estão diminuindo, o interesse deles por esse meio de comunicação também e um dos fatores é a falta de reconhecimento e valorização do trabalho por eles realizados. Um ambiente de trabalho harmonioso facilita o crescimento de todos, principalmente quando ela investe na saúde dos trabalhadores, oferecendo oportunidades de treinamento e capacitação profissional e o entendimento das novas tendências tecnológicas existentes e utilizadas.
Além disso, o rádio é uma ótima forma de levar a informação aos ouvintes, seja apenas através do áudio como também utilizando imagens em movimento e paradas graças à tecnologia que vem sendo usada e sendo acompanhadas por internautas nas redes sociais e YouTube ao vivo. Por essa razão, entretém a população afim de informar cumprindo o real papel de um meio de comunicação.
Criar estratégias de marketing para promover a rádio e fazer com que esse meio chegue a todos os locais, incluindo a periferia é o que se deve ser feito. Quem ouve a rádio são as pessoas por menos poder aquisitivo e isso não vem sendo pensado.
Sendo
assim é importante valorizar esse meio de comunicação, valorizar o trabalho
desses profissionais e acima de tudo dar todo o suporte para esses
trabalhadores que vivem diariamente o rádio, informando e entretendo os ouvintes.
Os profissionais de rádio desejam apenas que o seu trabalho seja reconhecido e
valorizado e os ouvintes cobram isso.
Eu
ouço, vivo, faço e recomendo doses diárias de rádio.
Texto:
Edye Venancio
Com imensa tristeza comunicamos o falecimento do
Pe. Leocádio José Zytkowski, CM, pároco da Paróquia Bom Jesus dos Perdões em
Guaraqueçaba-Pr.
"Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. (João 11, 25-26)
Nasceu em Campina das Pedras, Município de
Araucária-PR aos 13 de fevereiro de 1968. Foi ordenado presbítero na
Congregação da Missão Província do Sul no dia 03 de fevereiro de 1996.
Trabalhou em diferentes paróquias da Província,
integrou a equipe das missões populares vicentinas e atualmente exercia o
ofício de pároco da Paróquia Bom Jesus dos Perdões em Guaraqueçaba-PR (Diocese
de Paranaguá).
Local do velório: Cemitério Municipal Jardim
Independência. Avenida Independência, 1213
Horário: a partir das 00h00
Domingo, às 15h, Missa de Exéquias na Paróquia
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Araucária-Pr. Sepultamento, às 16h30, no
cemitério municipal central de Araucária.
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