Caveiras do Remo enfrentam maré agitada em travessia até a Ilha de Piaçaguera

Em celebração ao Dia dos Pais, Jessé Pedro, Giuliano Nunes e Juba Santiago remaram pela Baía de Paranaguá em um percurso marcado por ventos fortes, maré agitada, belas paisagens e muita amizade.

 

No último domingo (12), em celebração ao Dia dos Pais, a equipe Caveiras do Remo, formada por Jessé Pedro, Giuliano Nunes e Juba Santiago, encarou uma travessia pela Baía de Paranaguá com destino à Ilha de Piaçaguera. O percurso foi marcado por maré agitada e ventos fortes, mas também por momentos de descontração e contato com as belezas naturais da região.

Antes de iniciar a aventura, os remadores passaram pelo tradicional Mercado Municipal do Café, no Centro Histórico de Paranaguá, onde aproveitaram para saborear algumas das especialidades oferecidas no local, entre elas pastéis e banana recheada frita na hora.

Na sequência, o grupo seguiu para o Palco Tutóia, na Praça de Eventos, de onde iniciou a travessia. O espaço, que faz parte do cenário cultural da cidade, atualmente necessita de revitalização.


Destino: Ilha de Piaçaguera

Localizada a aproximadamente seis quilômetros do centro de Paranaguá, em frente ao Porto Dom Pedro II, a Ilha de Piaçaguera é conhecida pela comunidade pesqueira e pelas belezas naturais. Entre os destaques está uma igreja construída sobre um sambaqui, um dos elementos que ajudam a contar a história e a preservar a identidade da comunidade local.

Durante a passagem pela ilha, os integrantes do Caveiras do Remo também encontraram participantes do grupo de Canoa Havaiana Hoe, que estavam no local para uma gravação do programa Plug, da RPC – Rede Paranaense de Comunicação.

Para Jessé Pedro, a experiência foi uma oportunidade de reunir esporte, amizade e contato com a natureza.

“Foi um belo passeio entre amigos do dia a dia, apenas para desestressar e revigorar as nossas energias para a vida corrida que vivemos. A baía é rodeada de belas ilhas e todos que tiverem oportunidade devem conhecê-las”, destacou Jessé.

A travessia reforçou não apenas a paixão dos integrantes pelo remo, mas também a possibilidade de conhecer e valorizar as ilhas e os cenários naturais que fazem parte da Baía de Paranaguá.




Texto: Edye Venancio 
Fotos: Skulls Howing



                                                        

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